Kyoto
- Japão
Passear a pé no jardim do templo do
Pavilhão Dourado (Kinkaku-Ji).
Disfrute da calma e serenidade transmitidas pela vegetação envolvente;
repouse os olhos nas águas tranquilas do lago; e medite no jardim de pedra
do templo Ryoanji, da escola Zen Rinzai, contemplando a beleza dos arranjos
elaborados pelos seus professores e discíplos. |
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Pompeia
- Itália
Calcorear as ruas de Pompeia.
Deixe livre curso à imaginação e percorra Pompeia como se fosse um dos
seus habitantes. Entre nas «villas», admire os frescos pintados nas paredes,
as contas dos fiados na ardósia do taberneiro e os mosaícos multicolores
dos fontanários. Esta viagem no tempo atinge o seu ponto máximo na visita
às termas (o único edifício que conserva o seu tecto original). |
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Badaling
- China
Percorrer um troço da Grande Muralha.
Situado a cerca de 70 quilómetros de Pequim, este troço da Grande Muralha
da China é, simultâneamente, o mais acessível e o mais turístico. No entanto,
uma caminhada ou escalada (há escadas perfeitamente a pique) de menos
de uma hora é suficiente para disfrutar da grandiosidade da obra, longe
das multidões. |
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Machu
Picchu - Perú
Deambular entre as ruínas de Machu Picchu.
Bem cedo pela manhã (7h00) é a melhor hora para chegar a Machu Picchu,
quando a cidade ainda está envolta nas brumas matinais e se vai revelando
pouco a pouco, à medida que os raios de sol alcançam as suas mais recônditas
passagens. É também, o único período do dia em que está livre das hordas
de turistas que diariamente a invadem. Os bairros pobres do operários,
os celeiros e os terraços agrícolas, o «Bairro Alto» da aristocracia e
dos sacerdotes, culminado no Templo do Sol, são pontos obrigatórios de
visita. |
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Marrakech
- Marrocos
Fazer compras na Medina de Marrakech.
Ao contrário do que poderia supor, não é com um guia que ficará a conhecer
os segredos da Medina de Marrakech. Dedique um dia inteiro e embrenhe-se
nas ruelas, tomando como referência alguns nomes ou edifícios mais característicos.
Caminhe como um marroquino e não como um turista e deixe as compras para
o fim do dia, disfrutando o trabalho dos ferreiros, correeiros e oleiros
nas suas respectivas oficinas. Ficará surpreendido com o seu sentido de
orientação e com a interligação de todo aquele sistema de ruas e ruelas,
becos e travessas. |
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Veneza
- Itália
Passear de gôndola, à noite, nos canais
de Veneza.
Quando o dia cai e todos os turistas regressam aos seus hoteís ou se recolhem
aos restaurantes, é o momento perfeito para um passeio de gôndola nos
canais de Veneza. A estonteante luz do sol dá, agora, lugar a um jogo
de sombras, com o luar a reflectir-se nas águas serenas do Grande Canal
e a projectar a silhueta dos «palazzos» num cenário em constante movimento,
qual um caleidoscópio gigante comandado pelos «gondolieri». |
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Ilha
do Príncipe - S. Tomé e Príncipe
Descer até à Praia Banana.
Do miradouro da Roça Belo Monte, avista-se todo o esplendor da Praia Banana,
talhada em forma de crescente frente a um mar de água azul-esmeralda,
que escureçe para o azul forte à medida que aumenta a profundidade. Mas
é preciso descer por entre a selva densa de uma vegetação luxuriante para
chegar à praia deserta, lá em baixo, e sentir verdadeiramente o que faz
da Praia Banana um dos lugares mais paradisíacos do mundo. |
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Mhamid
- Marrocos
Dormir uma noite no deserto, nas tendas
de um acampamento berbére no Erg Che Che.
Mais do que dormir, o melhor é assistir ao nascer do sol no deserto. Escalar
a duna mais próxima e avistar todo o acampamento e serenidade da paisagem
em redor. Descer para um saboroso sumo de laranja servido pelos berbéres
que, na noite anterior, nos brindaram com um suculento jantar de tagine
e couscous, nos envolveram na magia das suas danças e cantares e negociaram,
ao sabor de um chá de menta, um sem número de tapetes e artefactos pela
noite fora. |
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Ilha
de S.Jorge - Açores - Portugal
Tomar um banho de mar na Fajã do Ouvidor.
Este pequeno porto de mar, na costa Norte da Ilha de S.Jorge, serve de
ponto de partida para um reconfortante banho de mar, numa água de um azul
díficil de descrever, seguido de um jantar de cavaco cozido na própria
água do mar. Em frente, um cenário recortado de rochas vulcânicas digno
de outro planeta, contribui para tornar estes momentos inesquecíveis. |
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V.N.
da Barquinha - Portugal
Subir à torre de menagem do Castelo
de Almourol.
É o mais belo castelo português e um exemplo perfeito de arquitectura
militar medieval, magnificamente implantado no centro de uma ilha do Rio
Tejo, a poucos quilómetros de Vila Nova da Barquinha. Uma vez conquistado,
de barco ou através de um pontão, não é díficil imaginar a vida quotidiana
da sua guarnição na Idade Média. |
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Paris
- França
Subir a pé até ao cimo da Torre Eiffel.
Dispensar o elevador na Torre Eiffel é possível, pelo menos, até ao segundo
andar. Mais curioso será notar que este exercício físico se pode transformar
num divertido jogo do gato e do rato com a cidade, por entre as traves
metálicas que constituem a estrutura das pernas da torre imaginada e erguida
por Gustave Eiffel, por ocasião da Exposição Universal de Paris, em 1889. |
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Uyuni
- Bolívia
Atravessar de jipe o Salar de Uyuni.
O Salar de Uyuni é um daqueles lugares onde temos a sensação de estar
noutro planeta. Este mar de sal estende-se a perder de vista no horizonte,
com algumas «ilhas» povoadas por cactos e aldeias nas suas «margens» que
vivem da recolha de sal. Os cristais reflectem a luz do sol, durante do
dia e o luar, uma vez chegada a noite, sempre num cenário surrealista
e supreendente para quem o atravessa. |
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Pomene
- Moçambique
Mergulhar nas águas quentes da Praia
do Pomene.
A 650 quilómetros de Maputo, para Norte, depois de uma picada arenosa
de meia centena de quilómetros, a costa abre-se generosamente em concha
oferecendo ao viajante deslumbrado um vasto areal e um mar de águas quentes
e tranquilas. Quase virgem, ainda sem infraestruturas é, sem dúvida, uma
das melhores praias do Oceano Índico, onde apetece ficar até se esgotarem
as provisões. |
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Havana
- Cuba
Tomar um «mojito» na Bodeguita del Medio.
«Mi mojito in la Bodeguita, mi daiquiri in el Floridita», assim preconizava
Ernest Hemingway, assíduo frequentador deste bar e restaurante da Habana
Vieja e apreciador dos verdadeiros «mojitos» (rum branco, limão, açúcar,
folhas de hortelã e gelo «frappé»). Um aperitivo indispensável antes de
um bom jantar de especialidades cubanas («moros y cristianos», «picadillo
a la habanera» ou «rollo de puerco»). |
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Ilha
de S.Miguel - Açores - Portugal
Mergulhar as mãos na nascente da Água
das Lombadas.
Situada no centro da Ilha de S.Miguel, numa paisagem agreste, a nascente
da Água das Lombadas faz brotar da terra uma das melhores águas gasosas
naturais do mundo, levemente borbulhante e extremamente digestiva. Habituados
a bebê-la do copo, experimenta-se uma reconfortante sensação de abundância
e plenitude ao sentir directamente nas mãos o jorro de água da nascente. |
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Pequim
- China
Explorar os recantos da Cidade Proíbida.
Ao fim de muitos séculos de inacessibilidade, dois terços da Cidade Proíbida
estão, finalmente, ao alcançe dos visitantes. São cerca de oito centenas
de pavilhões e templos conservados com algumas das suas mobílias e decorações
(muitas foram destruídas pelos militares japoneses ou levadas para Taiwan
na véspera da revolução comunista), separados por jardins e praças cerimoniais
grandiosas. Absolutamente indispensável. |
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Ouarzazate
- Marrocos
Partilhar um chá de menta na loja de
Boulmani Hammou (a «Caverna de Ali Bábá»), frente à Kasbah.
Servir um chá de menta ao visitante é algo de tão tradicional na hospitalidade
dos marroquinos como abrir-lhe a porta ou desejar-lhe as boas vindas.
Por isso, mesmo que a sua intenção não seja a de comprar, disfrute de
uns minutos de conversa à volta de um chá e aprenda mais qualquer coisa
sobre um determinado objecto, a sua utilidade e a história que o conduziu
até à loja. |
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Alentejo
- Portugal
Descer o Rio Guadiana de canoa.
Antes que a Barragem de Alqueva modifique inevitavelmente a paisagem,
não perca a oportunidade de descer o Rio Guadiana de canoa, mesmo que
seja apenas num percurso de um dia, no troço entre Juromenha e Monsaraz
tendo, de um lado, Portugal e, na outra margem, Espanha. |
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Ilha
do Faial - Açores - Portugal
Tomar um gin no bar do Peter's.
Três gerações da mesma família já capitanearam o Peter´s, um dos mais
célebres portos de abrigo para os marinheiros e velejadores que cruzam
o Atlântico Norte. Posta restante e ponto de encontro de viajantes dos
quatro cantos do mundo, as suas paredes e tecto, decorados com múltiplas
bandeiras e faixas de navios escrevem a história deste estabelecimento,
onde o gin é a bebida rainha e o tempo flui ao ritmo das marés. |
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Cavaleiro
- Portugal
Passear a cavalo ao longo da Costa Alentejana.
Preservadas e livres dos aldeamentos turísticos que ensombram a Costa
Algarvia, as dunas e falésias da Costa Alentejana constituem um cenário
privilegiado para o passeio a pé ou a cavalo. Como o próprio nome indica,
Cavaleiro, uma pequena aldeia vizinha do Cabo Sardão, é um excelente ponto
de partida para estas saídas a cavalo, acrescidas da descoberta de algumas
praias desertas no recorte das falésias. |
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Linhares
da Beira - Portugal
Deslocar em parapente em Linhares da
Beira.
A pequena aldeia medieval do Século XII entrou no mapa internacional do
parapente, há poucos anos, quando o recorde europeu ultrapassou pela primeira
vez os 200 quilómetros de distância. Este novo desporto atraiu dezenas
de entusiastas e, hoje, já é possível disfrutar de um voo em biplace,
com monitor, a partir de um desnível situado a 1100 metros de altitude,
aterrando num campo vizinho da aldeia. |
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Veneza
- Itália
Sentar-se numa esplanada da Piazza S.Marcos.
Se há lugares privilegiados no mundo, a Piazza de S.Marcos é seguramente
um deles. Além da suavidade do sol da manhã, como é bom tomar o café numa
esplanada, contemplando os edifícios circundantes, a Basílica e o «Campanile»,
observando as crianças a brincar com os pombos, os turistas japoneses
a fotografarem tudo e todos e, se a manhã já for longa, os primeiros acordes
das orquestras residentes. |
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Trinidad
- Cuba
Calcorear as ruas de Trinidad.
Esta antiga cidade colonial espanhola nasceu e prosperou com o produto
dos engenhos de açúcar da região, reflectido na opulência e riqueza das
suas casas apalaçadas. Declarada Património da Humanidade, pela UNESCO,
Trinidad ainda encerra muitos segredos, só revelados aos olhos dos observadores
mais atentos. Um passeio a pé revela-se a melhor forma de conviver e partilhar
a alegria do povo cubano. |
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Mindelo
- Cabo Verde
Deambular nas ruas do Mindelo.
O período de apogeu do Mindelo terminou com o fim das escalas dos grandes
transatlânticos que faziam a carreira da América do Sul (Brasil e Argentina)
e o advento das viagens de avião. No entanto, os seus habitantes souberam
conservar intacto o charme das ruas e edifícios - alguns deles magníficos
exemplares da arquitectura colonial portuguesa, como o antigo palácio
do governador - aliados a uma hospitalidade e riqueza cultural próprias
dos caboverdianos. |
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S.Paulo
- Brasil
Aterrar de noite, no aeroporto de Congonhas,
no centro de S.Paulo.
Uma das cidades mais caóticas e desordenadas do mundo também pode ter
a sua beleza. O espectáculo que se contempla, à noite, ao sobrevoar a
cidade de avião para aterrar no aeroporto de Congonhas, em pleno centro
de S.Paulo é bem digno de figurar num filme futurista como o «Blade Runner»,
de Ridley Scott. |
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Cuzco
- Perú
Calcorear as ruas de Cuzco.
Cravada nos Andes, a 3300 metros de altitude, a cidade de Cuzco tem uma
atmosfera única em toda a América Latina. A mistura de estilos arquitectónicos
resulta num todo harmonioso, com igrejas e catedrais hispânicas erguidas
sobre fundações construídas pelos incas, casas de varandas ao estilo andaluz
em ruas de longos muros de pedra maravilhosamente justapostos por uma
civilização pré-colombiana e uma Plaza de Armas transformada em pólo comercial,
para onde convergem as novas gerações de peruanos andinos. |
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Lago
de Como - Itália
Passear de barco no Lago de Como.
O Lago de Como estende-se como um espelho de água no fundo de um vale
rodeado de montanhas. As suas margens estão povoadas de «villas» e palácios
servidos por embarcações de recreio que sulcam calmamente as águas e fazem
as delícias dos seus ocupantes. A Isola Comacina, situada a meio de um
dos braços do lago, constitui um excelente ponto de paragem para almoçar
ou jantar. |
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Paxos
- Grécia
Desembarcar na Ilha de Paxos.
Menos cosmopolita e menos disputada que as ilhas situadas mais a Sul,
a Ilha de Paxos mantém-se um testemunho vivo e genuíno da vida dos ilheús
gregos, em aldeias de um branco resplandescente, em contraste com o verde
carregado de uma vegetação típicamente mediterrânica, banhadas por um
mar de azul profundo. |
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Barcelona
- Espanha
Divertir-se nos bares e discotecas das
Docas de Barcelona.
Seguindo uma tendência que alastra um pouco por todo o mundo, a recuperação
e valorização das docas das cidades portuárias transformou aqueles espaços
em novas zonas de diversão nocturna. A oferta de bares, restaurantes e
discotecas das Docas de Barcelona está, seguramente, entre as melhores
do mundo e constitui a certeza de uma noite bem passada. |
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Pequim
- China
Andar de bicicleta nas grandes avenidas
de Pequim.
Apreensivos, de ínicio, os ciclistas europeus hesitam em lançar-se naquele
fluxo imparável constituído por milhares de bicicletas em perpétuo movimento.
Mas, uma vez integrados na mole humana que desliza pelas ruas em dois
sentidos e, muitas vezes, não chega sequer a parar nos cruzamentos, desvanecem-se
todos os receios. A maior ameaça vem do número crescente de automóveis
que, também, não respeitam as mais elementares regras de segurança rodoviária. |
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Masai
Mara - Quénia
Passar um dia numa aldeia Maasai.
Os Maasai continuam orgulhosamente a ser um povo nómada, que se recusa
a trabalhar a terra e vive exclusivamente dos seus rebanhos de vacas e
cabras. Contudo, as aldeias começam a sedentarizar-se e a fixar-se por
períodos superiores a um ano, rendidas aos benefícios de estar perto dos
fluxos de turistas que visitam os parques e reservas naturais, como o
Masai Mara, no Sul do Quénia. O acolhimento ao visitante é amistoso, mas
reservado e só ao fim de algumas horas, dá lugar a uma maior intimidade
e descontracção. |
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Ngorongoro
- Tanzânia
Descer à cratera de Ngorongoro.
A cratera de Ngorongoro é considerada a «Arca de Noé» da África Oriental,
por abrigar no seu seio a quase totalidade das espécies animais daquela
região, integrados num ecosistema que ainda não foi afectado pela mão
do homem. Observado do alto das suas falésias ou do fundo da sua vastíssima
cratera, o Ngorongoro é um dos locais mais fascinantes de África. |
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Ilha
de S.Miguel - Açores - Portugal
Descer à Lagoa do Fogo.
Mais selvagem do que a Lagoa das Sete Cidades, rodeada por menos habitações
e vegetação do que a Lagoa das Furnas, a Lagoa do Fogo, no centro da Ilha
de S.Miguel, revela-se porém mais deslumbrante e misteriosa. Deixando
o carro na estrada, é possível descer por um caminho de pé posto até às
suas margens. |
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Maputo
- Moçambique
Comprar peixe e marisco no mercado do
peixe em Maputo.
Ao fim da tarde, pouco antes do pôr-do-sol, o melhor local para comprar
peixe em Maputo é o mercado do peixe situado junto Clube Marítimo. Além
das lagostas, lagostins, ameijoas e camarão tigre frescos, que fazem as
delícias dos apreciadores destas iguarias do mar, enormes pargos e garoupas
piscam os olhos aos potenciais compradores, que até os podem grelhar e
comer de imediato nos restaurantes vizinhos. |
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Perito
Moreno - Argentina
Assistir aos desprendimentos de gelo
no Glaciar Perito Moreno.
À medida que as paredes do Glaciar Perito Moreno avança de encontro às
rochas e margens do Lago Argentino, as pressões aumentam de tal forma
que o gelo cede e desprende-se da falésia, abatendo-se com grande estrondo
nas águas revoltas. O barulho é ensurcedor e, ao longe, assemelha-se a
um trovão. O azul turquesa do gelo, filtrado pelos raios do sol, surpreende
pela intensidade e diversidade de cambiantes. |
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Veneza
- Itália
Dormir uma noite no Palazzo Gritti.
Se tiver a sorte ou a possibilidade de dormir uma noite no Palazzo Gritti,
não hesite. É, talvez, o melhor hotel de Veneza e o resultado de um primoroso
trabalho de reconversão da residência renascentista de um dos Doges de
Veneza, Andrea Gritti. As suas paredes fazem parte da história da cidade
e mesmo os seus quartos normais são verdadeiras suites. O terraço do rés-do-chão
virado para o Grande Canal constitui um local privilegiado para uma refeição
prolongada. |
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Óbidos
- Portugal
Dar a volta às muralhas da Vila de Óbidos.
Aninhada dentro das muralhas que a protegem de um mundo exterior em contínua
evolução, a Vila de Óbidos preserva intacta a sua identidade e autenticidade.
E para quem gosta de castelos e muralhas medievais, um passeio ao longo
das suas muralhas oferece múltiplos pontos de observação sobre a arquitectura
das suas casas, ruas e igrejas. |
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Vila
Viçosa - Portugal
Visitar o Paço Ducal de Vila Viçosa.
Desde sempre, propriedade da Casa de Bragança, o Paço Ducal de Vila Viçosa
conserva intacto todo o recheio e mobiliário da família real portuguesa,
ao tempo de D. Carlos. Possui, provavelmente, a cozinha palaciana da sua
época mais completa do mundo e, no restante, em nada fica a dever aos
melhores palácios da Europa tendo, apenas, como concorrente, a ala museu
do Convento de Mafra. |
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Sortelha
- Portugal
Dar a volta às muralhas da aldeia de
Sortelha.
Menos feliz que a Vila de Óbidos, a aldeia de Sortelha viu desaparecer
paulatinamente quase todos os seus habitantes. A maioria dos descendentes
vive, hoje, fora das muralhas, mas aldeia original conserva todo o charme
de uma pequena povoação fortificada. Passear nas muralhas, subir ao castelo
e percorrer as ruelas de casa de pedra, continuam a ser os seus melhores
atractivos. |
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Hong
Kong - China
Subir o Peak para admirar a baía de
Hong Kong.
Uma vez mais, é de um ponto de observação alto que se avista toda a beleza
de um lugar ou de uma cidade. Hong Kong não foge à regra e o Peak não
tardou em transformar-se num local emblemático e privilegiado para turistas
e visitantes. Há funiculares a toda a hora, restaurantes e miradouros
com os mais belos planos sobre as torres de aranha-céus da cidade. |
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Porto
- Portugal
Tomar uma bebida numa esplanada de Vila
Nova de Gaia, frente à Ribeira.
A melhor forma de admirar a beleza do casario que se estende da Ribeira
até à Foz do Douro, é atravessar a Ponte D. Luís e sentar-se numa das
esplanadas de Vila Nova de Gaia, junto às caves dos principais armazéns
de Vinho do Porto. Pedir uma bebida e observar o doce balancear dos Barcos
Rabelos acostados, o movimento de viaturas a cruzar a ponte entre as duas
margens, os mergulhos ocasionais dos míudos nas águas do Douro e o fervilhar
de gente junto às bancas dos vendedores da Ribeira. |
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Paris
- França
Atravessar a pé a Ponte Alexandre III.
É uma obra notável. Esguia, elegante, completada por pórticos de duas
colunas largas encimadas por estátuas equestres em cada extremidade, a
Ponte Alexandre III é a mais bonita de todas as que cruzam o Rio Sena,
em Paris. O melhor é atravessá-la a pé e deter-se a observar o vai-vém
das peniches e dos «Bateaux Mouches» apinhados de turistas. |
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Cayo
Coco - Cuba
Tomar banho na Praia Las Coloradas.
Na Ilha de Cayo Coco, ligada por uma estrada de 27 quilómetros à ilha-mãe,
vive-se ainda longe da confusão das zonas turísticas mais concorridas
de Cuba. Longas praias desertas é coisa que não falta e a Praia Las Coloradas
é bem exemplo disso, com as suas areias finas bordejadas de coqueiros,
um mar azul-esmeralda e as águas quentes e povoadas de multicolores peixes
tropicais. |
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Verona
- Itália
Atravessar a pé as pontes de Verona.
A cidade de Romeu e Julieta continua a apaixonar dezenas de casais de
todo o mundo. Depois de uma indispensável romagem à famosa varanda, um
passeio a pé ao longo das margens do Rio Adige, uma incursão nas pontes
que foram construídas ao longo dos séculos para o atravessar. |
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Lisboa
- Portugal
Calcorear as escadinhas de Alfama.
As ruelas, becos e escadinhas de Alfama fazem as delícias dos turistas
que visitam Lisboa e dos lisboetas que festejam os Santos Populares. Mas
a grande riqueza de Alfama está nas pessoas que ali têm a sua morada e
vivências, alegrias e desgostos espelhados no fado e no dedilhar das guitarras
que ainda se podem ouvir nos locais mais castiços. É uma verdadeira aldeia
dentro da cidade! |
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Florença
- Itália
Atravessar o Ponte Vecchio.
Uma ponte emblemática que, outrora, centralizou todas as actividades comerciais
de Florença. Mais do que um elo de ligação entre as duas margens do Rio
Arno, o Ponte Vecchio era um verdadeiro centro comercial. Ainda, hoje,
é ponto obrigatório de passagem para os seus habitantes e inúmeros turistas. |
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Siena
- Itália
Sentar-se na Piazza del Campo.
Famosa pelas corridas do Palio, que anualmente reunem os melhores cavaleiros
em Siena, a Piazza del Campo constitui um magnífico anfiteatro no centro
de uma cidade que soube conservar toda a riqueza do seu património medieval. |
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Lisboa
- Portugal
Atravessar o Aqueduto das Águas Livres.
Está aberto ao público, apenas, em alguns dias do ano, mas o novo olhar
que proporciona sobre esta zona de Lisboa vale a deslocação. O Aqueduto
das Águas Livres, construído com o ouro do Brasil, foi responsável pelo
abastecimento de água a Lisboa, durante muitos anos. |
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Batalha
- Portugal
Visitar o Mosteiro da Batalha.
É uma verdadeira obra prima e, provavelmente, o mais bonito mosteiro português.
Foi construído em agradecimento à vitória na Batalha de Aljubarrota, contra
os espanhóis e encerra túmulos de reis e altos dignitários da Igreja,
mas surpreende, sobretudo pela estranha beleza dos seus arcos ogivais,
combinada com a solidez das suas paredes de pedra e o rendilhado dos seus
telhados. |
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Deserto
de Atacama - Chile
Observar os «geysers» de El Tatio.
No Norte do Chile, em pleno Deserto de Atacama, a terra rasga-se em fendas
e lagos de água escaldante. Vapores sulfurosos libertam-se das furnas
e colunas de «geysers» sopram no ar, numa cadência ritmada que se confunde
com o respirar da terra. Multiplicam-se as fontes de água quente e os
lagos onde é possível tomar banho todo nú, mesmo com temperaturas ambientes
inferiores a zero. |
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Ilha
de S.Miguel - Açores - Portugal
Observar as furnas.
As furnas da Ilha de S.Miguel são um fenómeno vulcanológico curioso, para
muitos consideradas como o escape de vapor de uma panela de pressão que,
de outro modo, rebentaria. As suas águas borbulhantes estão em permanente
ebulição, mas o seu diâmetro permanece inalterado ao longo dos anos. Em
poços cavados nas proximidades faz-se o famoso «Cozido das Furnas» e,
noutro ponto da ilha, uma estação geotérmica converte este calor da terra
em energia eléctrica. |
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Berlengas
- Portugal
Dar a volta a pé à Ilha da Berlenga.
As Ilhas das Berlengas são o reino das gaivotas, dos pescadores e dos
especialistas de pesca submarina. A sua reduzida dimensão e relevo rochoso
impossibilitou qualquer aproveitamento económico, além do transporte por
barco dos muitos curiosos que partem em sua demanda. Em menos de duas
horas, é possível dar a volta completa à principal, a Ilha Berlenga. |
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Nova
York - Estados Unidos
Subir ao topo do Empire State Building.
Um dos principais ícones de Nova York, a par da não menos célebre Estátua
da Liberdade, está ao alcance dos visitantes que se dignem subir pelos
elevadores sempre apinhados até ao terraço panorâmico. A vista é sobejamente
conhecida dos filmes e documentários, mas sempre fascinante. |
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Serengeti
- Tanzânia
Passar um dia num safari no Parque Natural
do Serengeti e dormir no Serena Lodge.
O Parque Natural do Serengeti, no Norte da Tanzânia, encontra na sua dimensão
e diversidade de paisagens, a melhor defesa contras as invasões de turistas
que assolam anualmente outros parques mais pequenos. É a terra dos grandes
espaços, povoados pelas mais diversas espécies de animais. Chegada a noite,
é tempo de recolher ao novíssimo Serengeti Serena Lodge, um verdadeiro
hotel de cinco estrelas constituído por «bungalows» num ponto alto da
savana africana. |
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Paris
- França
Passar um dia no Musée du Louvre.
É impossível vê-lo num só dia, tal a riqueza das suas colecções de pintura,
antiguidade clássica e arte egípcia. Mas é uma excelente opção para aqueles
dias frios e chuvosos, especialmente, para quem pretende ver ou rever
em detalhe determinadas peças e obras ali expostas. |
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Xian
- China
Admirar o exército de soldados em terracota
do imperador Qin Shihuangdi.
Acabaram, recentemente, as escavações que puseram a nú, ao longo dos últimos
25 anos, os milhares de soldados e cavalos em terracota que o imperador
Qin Shihuangdi levou consigo para túmulo. A perfeição das feições e do
vestuário destas figuras, retratam fielmente, a estrutura da sociedade
e a arquitectura militar dos exércitos da época, 2200 anos antes de Cristo. |
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Bruxelas
- Bélgica
Sentar-se na Grand Place a contemplar
os edifícios históricos.
A Grand Place é o espelho do apogeu da burguesia corporativista flamenga,
que pautava a sua opulência pela riqueza da decoração das fachadas dos
seus edifícios associativos. A herança deixada por este período do Renascimento
europeu constitui a maior atracção de Bruxelas. |
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Amesterdão
- Holanda
Passear de barco nos canais de Amsterdão.
Amesterdão é uma cidade rica do seu passado ligado ao mar, edificada em
harmonia com os seus canais, por onde ainda circula hoje grande parte
do tráfego comercial. Simultâneamente, revelam-se vias para interessantes
passeios de barco, oferecendo novas perspectivas sobre a cidade. |
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Iguaçu
- Brasil
Admirar as quedas de água das Cataratas
de Iguaçu.
No total, as Cataratas de Iguaçu são compostas por mais de 270 quedas
de água, distribuídas ao longo de uma gigantesca falha que se abriu no
planalto de Iguaçu, há três milhões de anos atrás. Confluência de fronteira
entre a Argentina e o Brasil, o melhor percurso pedestre situa-se na margem
brasileira do Rio Iguaçu. Também, é possível subir o rio em botes de borracha
a motor ou sobrevoar as cataratas de helicóptero. |
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Buenos
Aires - Argentina
Passear na zona de S. Telmo.
Considerada a mais europeia das cidades da América do Sul, Buenos Aires
soube desenvolver a sua própria identidade a partir das culturas dos seus
imigrantes. S. Telmo é, hoje, o repositório das tradições do ínicio do
século, com o seu mercado de antiguidades, os seus retratistas e dançarinos
de tango, os restaurantes e cafés e a arquitectura dos seus edíficios,
a fazer lembrar cidades como Paris e Madrid. |