Modelos
em Alta
- Médias Empresas cortadas
em fatias
O caso das empresas do «cluster» têxtil italiano revelado por Michael Porter;
médias empresas (grandes à escala local, na região de Prato, perto de Florença)
subdividem-se em mais pequenas, cativam a participação no capital de empregados
qualificados, e multiplicam-se formando distritos industriais de novo tipo
desde os anos 70.
O caso da Semco brasileira dirigida por Ricardo Semler, que criou um modelo
de empresa-mãe com uma órbita de pequenas empresas satélite independentes,
nascidas a partir de empregados da firma, que utilizam inclusive espaço dentro
do parque de instalações da Semco.
- Multinacionais de marca,
centro de redes de PME
O caso da Nike, que mantém o domínio estratégico nas áreas do marketing, design
e modelo de distribuição, e que criou em seu redor uma rede de pequenos fornecedores
certificados por todo o mundo.
- Multinacionais organizadas
como uma federação de empresas mais pequenas
O caso da ABB que tem uma arquitectura federativa, com uma sede central de
pequena dimensão, e uma teia de unidades focalizadas nos mercados, relativamente
autónomas, com não mais de 200 a 500 trabalhadores por cada empresa.
- Alianças entre conglomerados
à escala global
Existem sinais nas alianças que estão a ser construídas em sectores como os
da aviação civil, consultoria, telecomunicações.
- Grandes e médias empresas
de «partners»
O modelo das empresas de consultoria, de advocacia e de investimentos.
- Novo fôlego cooperativo
O caso basco de Mondragón, em que a primeira cooperativa já data do final
dos anos 50, criada por operários da fundição. Hoje contam com mais de 100
cooperativas na região que estão ligadas a um banco e a um centro tecnológico.
- Organizações empresariais
de associados
O caso da VISA, como estrutura de cooperação entre associados concorrentes
(mais de 20 mil) na área dos serviços financeiros.
- Organizações empresariais
de «massa cinzenta»
O caso da Microsoft que se baseia numa política de participação no capital
da empresa e que se está a estrutuar em torno de um núcleo duro de cérebros
(250 hoje, e 650 daqui a três anos).