As máximas de Drucker

O QUE DRUCKER NUNCA ESQUECEU


Boneco: Drucker em movimento
  • Os chefes têm que dar o pelo
    «A Guerra mundial [a 1ª] foi um exemplo de incompetência militar total, porque não morreu suficiente número de generais no campo de batalha. Eles ficaram atrás das linhas e largaram a tropa como carne para canhão» - explicação dada pelo professor de Liceu ao jovem Drucker em Viena, de Áustria, então a capital do destroçado Império Austro-Húngaro

  • Trabalhar até morrer
    «Em toda a minha vida como músico, lutei pela perfeição. Mas ela sempre me fugiu entre os dedos. Tenho, por isso, obrigação de tentar sempre mais uma vez» - resposta de Verdi, explicando porque continuava a compor aos 80 anos [no caso, a ópera Falstaff]

  • Império da realidade e não narcisismo
    «Os factos tomaram a decisão por mim - eu estava enganado!», disse uma vez Alfred Sloan, o chefe mais carismático da General Motors, uma máxima que Drucker transformou na virtude nº1 do líder empresarial e do gestor em geral

  • A falta que se faz
    «Não basta ser-se recordado pelos livros ou pela teoria. Só fazemos efectivamente falta, se ela se sentir na vida comum das pessoas», disse o grande economista Joseph Schumpeter oito dias antes de morrer a Adoph Drucker e ao filho


    AS FRASES PREFERIDAS DE PETER