A Gestão do Saber



Boneco: Redes de Saber
Recensão por Jorge Nascimento Rodrigues


A gestão do saber agora propagandeada por Thomas Davenport e Laurence Prusak no recente Working Knowledge (
Compra do Livro) não brotou do nada. O sociólogo Daniel Bell há muito que se referiu à sociedade pós-industrial e ao papel do saber (com The Coming of Post-Industrial Society), a que se seguiu Peter Drucker na área da gestão (logo em 1969 em The Age of Descontinuity). A obra deste último, datada de 1993, A Sociedade Pós-Capitalista, passou a ser um ponto de referência e a alavanca de uma corrente que tem vindo a ganhar peso neste final de século.

Paul Romer, por seu lado, desde 1990, que vem fazendo em conferências e artigos científicos a abordagem, pelo lado da economia, do fenómeno do capital humano. Os trabalhos de Thomas Stewart na revista «Fortune» (em 1994) deram origem a uma grande azáfama literária em torno do capital intelectual e ele próprio lançaria um best-seller com esse título no ano passado. Dois japoneses, Ikujiro Nonaka e Hirotaka Takeuchi, troxeram a visão daquelas paragens em The Knowledege Creating Company, em 1995. Já este ano, Willian Halal editou The Infinite Resource (naturalmente, o saber).

Os dois co-autores, Davenport e Prusak, têm outras obras recentes sobre o tema. Prusak editou no ano passado Knowledge in Organizations (Compra do Livro) e escreveu com Davenport Information Ecology (Compra do Livro).

Thomas Davenport acaba de escrever na Sloan Management Review um artigo sobre a melhor forma de dirigir projectos na área do saber, cuja leitura recomendamos.


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