Pó... pode ser?!

Todos sabemos que, durante muito tempo, o mundo andou assustado (é o mínimo que se poderá dizer) por causa do estranho pó branco que aparecia (ou «parecia que aparecia»...) em cartas, encomendas e nos sítios mais inesperados pouco depois do 11 de Setembro.
Além dos infinitos falsos alarmes e partidas de mau-gosto, o certo é que, em certos casos, o perigo foi real, muitas pessoas tiveram de ser tratadas, e algumas até morreram.
O que nunca foi esclarecido (pelo menos até à data em que escrevo) foi a identidade dos autores desses actos criminosos; e parece que a polícia se recusou a associá-los automaticamente ao Bin Laden ou à sua organização.

Ultimamente, inclusive, o assunto deixou as primeiras páginas dos jornais e as aberturas dos noticiários. No entanto, eu, roído de curiosidade, não deixei cair o assunto, pelo que, de vez em quando, procuro saber mais coisas recorrendo à infalível Internet.

O problema é que as minhas buscas sobre "pó" e "talibã" (e ainda nas variantes "pós", "powder", taliban, talibãs, etc) colocam-me sempre face ao problema do excesso de informação.

Há dias, enquanto (com a ajuda do rato e do teclado), procurava esclarecer-me, liguei o rádio para ouvir as notícias. E foi nessa altura que fui surpreendido por uma frase (já a meio) e em que, pelos vistos, os talibans eram responsabilizados!
Dei um salto na cadeira, mandei as novas tecnologias às urtigas, apurei o ouvido e preparei-me para ser esclarecido através desse antiquado meio de comunicação.
Mas não. Afinal não se tratava de «pós talibã» mas sim do «governo pós-talibã».

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