Flores & Música, S. A.
No dia em que escrevo os americanos entraram, finalmente, em Bagdad. Os diferentes canais de televisão exibem tanques e pessoas, mas ainda nenhum deles mostrou a tal música nem as tais flores com que era suposto os iraquianos receberem os seus libertadores.
Mas a demora é compreensível se pensarmos que, muito possivelmente, os camiões das floristas e as carrinhas das bandas musicais têm de percorrer (e com escolta...) as centenas de quilómetros de deserto que separam o Kuwait da capital.
Publicado no «Correio da Manhã», de Moçambique, em 9 de Abr 2003
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