Modelos não faltam
(Taxonomia de mercados de B2B)

Matriz de cinco oportunidades para a criação
de e-mercados inter-empresariais

  • Respostas à fragmentação do mercado em produtos específicos para cada indústria ou operacionais, através de mecanismos de agregação na Web, com a criação de um ponto único para compras pelo cliente empresarial, por iniciativa de pioneiros da Web ou inspirados por grandes compradores: «hubs» de catálogos verticais ou pluri-verticais (modelo em alta: www.verticalnet.com), e «hubs» horizontais de MRO para sectores (modelo em alta: www.chemdex.com);
  • Respostas à morte do preço fixo e do desconto, através de mecanismos de justaposição e com formação dinâmica de preços em indústrias fornecedoras de mercadorias ou quase-mercadorias: mecanismos de leilão (liderado pelo comprador ou pelo vendedor); «exchanges» (exemplo: www.chemconnect.com); futuros e opções (em estudo);
  • Respostas às flutuações de mercado, através de um mecanismo de «spot» horizontal para recursos operacionais, como recrutamento (exemplo: www.Rec2Rec.co.uk), prestação de serviços (exemplo: www.elance.com), espaços de publicidade (exemplo: www.onemediaplace.com);
  • Respostas à estrutura empresarial, para reforço de posição por parte de colectivos de fornecedores ou compradores, através de mecanismos de leilões invertidos (modelo em alta: www.freemarkets.com) ou de agregadores invertidos, através de portais de «e-procurement», verticais (exemplo: www.fob.com) ou horizontais (exemplo: www.mro.com);
  • Respostas às necessidades de gestão integrada de toda a cadeia de valor, através da criação de «hubs» colaborativas, que permitem a contratação de todo o projecto (exemplo: www.bidcom.com).
  • Fontes: Ariba, Business Week, Don Tapscott, Forrester Research, Steven Kaplan e Mohanbir Sawhney

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